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Dia Internacional da Síndrome de Down 2011


 Texto publicado originalmente no site da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down em 11/03/2011 Inclusão Acontecendo – Amplie este Exemplo

O Brasil comemora o Dia Internacional da Síndrome de Down no próximo 21/3 com extensa programação. Usando o tema “Inclusão Acontecendo – Amplie este Exemplo”, é a sexta vez que a data, criada para celebrar a vida das pessoas com síndrome de Down e chamar atenção da sociedade para a importância da inclusão total, é celebrada no país. Por quê 21/3? A data foi instituída pela Down Syndrome International (DSI), entidade que congrega associações de síndrome de Down de todo o mundo em alusão aos 3 cromossomos número 21 que cada pessoa com síndrome de Down carrega (21/3). No Brasil, é a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) quem articula e organiza eventos em todo o país. Com o tema “Iclusão Acontecendo: Amplie este Exemplo”, a FBASD e as associações filiadas estão reunindo a maior programação por país, segundo a DSI, para comemorar a data. De acordo com Maria de Lourdes Marques Lima, presidente da FBASD, o tema escolhido para 2011 é uma evolução natural do tema de 2010, “Inclusão Social: Vamos fazer Acontecer!”. “A sociedade está vendo cada vez mais pessoas com síndrome de Down nas ruas, na escola, no trabalho, e comece a perceber que a inclusão é possível e depende de cada um de nós. Daí o convite: amplie este exemplo”, diz Lourdes. “Diversidade” de Lenine na Mídia Social Como não poderia deixar de ser, o Dia Internacional também vai invadir a mídia social. Ferramenta de inclusão usada mundialmente por milhões de jovens, um clipe preparado para a data está sendo disseminado através do Facebook, Twitter, Orkut, MSN, email… Embalado pela emblemática canção de Lenine “Diversidade”. o clipe traz imagens de crianças, jovens e adultos com síndrome de Down em situações cotidianas, entre elas, das filhas do senador Lindbergh Farias e do Deputado Federal Romario. A letra da música foi traduzida para o inglês e o espanhol e será veiculada para todo o mundo através da Down Syndrome International. Samuel Sestaro, Relações Públicas da FBASD, aprovou o resultado: “achei o vídeo muito legal e muito interessante”. E deu seu recado para aqueles que, como ele, têm síndrome de Down: “todas as pessoas com (síndrome de Down) podem vencer sobre a vida deles, mesmo com a síndrome. Podem vencer essa luta de escolas particulares perto de suas casas e os pais podem procurar uma escola pros seus filhos ou filhas na Prefeitura de cada cidade do Brasil. Quando eles superarem essas novas experiências, eles ou elas podem se virar sozinhas ou sozinhos para depois, como adultos, estarem superando suas dificuldades”. Assista o vídeo abaixo:

Programação

A programação inclui sessões solenes na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, assim como em várias Câmaras de Vereadores municipais, Assembléias Legislativas estaduais, ressaltando a relevância que a data alcançou junto ao poder público. Nestas oportunidades cidadãos com síndrome de Down representarão a si próprios revelando suas conquistas e expondo suas demandas para que a inclusão em todas as esferas ocorra de forma cada vez mais abrangente no Brasil.

Haverá ainda eventos a nível internacional, como o seminário “Ser Inclusão”, em Itapetinga, Bahia, com a presença do educador José Pacheco, da Escola da Ponte em Lisboa, palestras sobre a evolução da genética, com o geneticista Dr. Francis Maciel Galera em Cuiabá, Mato Grosso, que caminha a passos largos no entendimento da síndrome e possibilidades efetivas de tratamentos que possibilitem a melhoria da qualidade de vida de quem tem um cromossomo a mais.

Mas como a ideia é celebrar, não vai faltar animação na já tradicional colorida e alegre “Caminhadown”, que ocupa a orla carioca e este ano vai acontecer no Leblon, terminando no Baixo Bebê, no Rio de Janeiro. Mais ritmo e animação no Bloco Carnadown, na Downceteria e na apresentação do banda Batalá no Parque da Cidade em Brasília. Exposições de arte e espetáculos de dança completam as comemorações por todo Brasil.

Abaixo segue a programação nacional e para o estado de São Paulo. A programação completa pode ser vista no site da FBASD.

Nacional

14/3 – 10h
Sessão Solene em Homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down
Proposta da Deputada Erika Kokay
Local: Plenário Ulisses Guimarães (Câmara Federal)

21/3
Celebrações no Senado Federal (Programação a confirmar)

São Paulo – SP

21/3 – 9h
Comemoração do Dia Internacional da Síndrome Down
Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural
Local: Câmara dos Vereadores de São Paulo – Plenário Prestes Maia no 1º andar

Sorocaba – SP

13/3 – 10h às 12h
Encontro matinal de Domingo na Pista de Caminhada do Campolim
Local: Pista de Caminhada do Campolim (Esquina da Av. Antonio Carlos Comitre c/ Av. Domingos Julio)

17/3 – 12h
Sessão na Câmara Municipal de Sorocaba com pauta especial sobre o Dia Internacional das Pessoas com Síndrome de Down
O Vereador José Francisco Martinez fará uma homenagem a todos jovens com Síndrome de Down de Sorocaba que de destacaram em suas atividades nos últimos anos
Local: Câmara Municipal de Sorocaba – Av. Eng. Carlos Reinaldo Mendes, 2945 – Alto da Boa Vista

19/3 – 19h
Evento anual com a presença de pais, familiares, amigos, profissionais da área, empresários, e autoridades
Orientações e explanações gerais sobre a Síndrome de Down, apresentações de jovens e adolescentes, coquetel para integração e convivência de todos os participantes
Local: Instituto Humberto de Campos
Rua Humberto de Campos, 541 – Jd. Zulmira

Campinas – SP

21/3 – 8:30h
Vamos falar de Inclusão: Trabalho, Educação, Família e Sociedade
Com Maria Tereza Egler Mantoan, Guirlanda Maria de Castro Benevides e Maria
Carolina Marques
Local: Fundação Síndrome de Down

Taubaté – SP

25/3 – 19h
1º Encontro em Comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down
Associação para Síndrome de Down de Taubaté – ASSID, em parceria com a Faculdade Anhanguera Educacional de Taubaté.
Mesa redonda com Médicos, Fisioterapeutas, Enfermeiros, Assistentes Sociais, Pedagogos, Psicopedagogos e Psicólogos.
Local: Faculdade Anhanguera Educacional – Auditório

Inclusão pelo esporte


Karatê e inclusão social

Esta reportagem foi publicada no “caderno” Jogada, do site do Diário do Nordeste, em 06/02/2010 e mostra como é importante cada um fazer um pouco, sem depender dos poderes púbicos e ineficientes do Brasil, na hora de praticar a inclusão e combater o preconceito e o isolamento social.

reportagem de MOACIR FÉLIX

Projeto implantado na cidade de Pacajus – CE usa a milenar arte marcial para promover inclusão social, com ação de voluntários

Adultos e crianças portadores de necessidades especiais recebendo normalmente aulas de karatê é uma cena pouco comum nas tradicionais academias espalhadas pelo Estado.

Mas na cidade de Pacajus um projeto denominado “É preciso saber viver” utiliza a citada modalidade para promover a inclusão social dos deficientes visuais e portadores da Síndrome de Down daquele município.

Socialização
Idealizador desse projeto, Adolfo Aguiar fala sobre a pioneira iniciativa. “Eu tenho dois filhos, Adolfo Aguiar Filho e Beatriz Darley Aguiar, que praticam o karatê e sempre os acompanhei na atividade esportiva. Mas tinha vontade de ver pessoas com dificuldade de se integrar à sociedade, como deficientes visuais e portadores da Síndrome de Down, praticando o karatê também”. E para plantar a semente do projeto “É preciso saber viver” Adolfo conversou com o professor Ivanildo Soares, que não só aprovou como aceitou colaborar com a iniciativa. “E desde então a gente vem batalhando para atrair pessoas com necessidades especiais para o projeto”, afirmou Adolfo.

Gratuito
Os para-atletas que integram o projeto “É preciso saber viver” , cujas aulas são ministradas na Fundação Maloca dos Brilhantes, contam com apoio total. “Nós começamos a trabalhar com o projeto há quatro meses, mas é difícil conseguirmos para-atletas. Fizemos um sacrifício e compramos um tatame justamente para atrair mais atletas especiais, contudo, essas pessoas geralmente são reservadas e não se enturmam com facilidade”, explicou Adolfo. E ele prosseguiu: “Mas a gente vem tentando aumentar o número de karatecas especiais. Nós bancamos tudo e quem sabe, um dia, com essa ajuda, possamos chegar até numa Paraolimpíada com esses meninos? O sonho é esse”, completou o benfeitor.

Detalhe
Mas além do foco nas pessoas com necessidades especiais, o projeto idealizado por Adolfo Aguiar também abriga alunos não-especiais. “Além dos dois alunos especiais, contamos também com karatecas não-especiais. No grupo são 140 integrantes. Eles não pagam para participar das aulas. As mães dos atletas que não têm problemas colaboram fornecendo os quimonos, porém, os alunos especiais recebem material do nosso projeto. E quando há um campeonato pagamos inscrição, alimentação para os atletas e as mães, e ainda ajudamos com o transporte se a competição acontecer em Fortaleza”, concluiu Adolfo.

Aproveitamento
Para o professor Ivanildo, que comanda a equipe que atua no projeto É preciso saber viver, “a facilidade de dar aulas é muito favorável, porque eles aprendem rápido, principalmente os atletas especiais, que são nosso principal público-alvo. É prazeroso participar do projeto”, ressaltou o mestre do karatê, que trabalha como voluntário. E Ivanildo salientou que “seu trabalho voluntário faz com que os alunos se dediquem nos treinos. Eles dizem: ´Professor, o senhor trabalha de graça pra gente, então vamos retribuir conquistando medalhas para o senhor´”.