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Força do amor = Ação


“Com a força do amor
Tudo fica possível
O desejo que for
Nada mais impossível
Nada mais a temer
Só a luz da certeza
De que a vida tem outra beleza”

Durcila Cordeiro

Esta é parte de uma letra de música de novela bem antiga… Acho que  anos 80… Mas  felizmente o que ela  diz não ” caiu de moda”. A força do amor muda tudo! O amor em todos os sentidos muda os rumos, o prumo… E quando é um amor ” coletivo”, benéfico, com a intensão de fazer o bem… Nossa! Ele se espalha! Não é à toa que ” Amar”  é o mandamento  que  resume todos os outros!

Bom, por que estou escrevendo tudo isso? É para justificar  cada vitória que a ONG Pequenos Corações, que ainda nem nasceu formalmente,  vem alcançando! Na verdade, ” formalmente”, neste caso é mero detalhe. Porque o trabalho que estas ” operárias do amor incondicional” já vem fazendo não tem nada de amador.

Só para vocês saberem,  além de estarem  “bombando” na mídia  e  ainda com vários convites para  se apresentarem aqui e ali,  a ONG já começou a  receber apoio   de instituições ligadas  a saúde e também de empresários que  desejam contribuir com a  causa diretamente ou indiretamente.

Profissionais de saúde, médicos e empresários  reconhecem a importância do trabalho das mães  e querem de alguma forma estar envolvidos no trabalho e o telefone da Márcia Adriana Saia Rebordões ( mãe do Thiago), que vem liderando junto com as outras mães o trabalho,  não pára de tocar.

Então, querido leitor… Você que passa por aqui. Divulgue esta causa. Ela é nossa, mas é sua também! Nós estamos falando de gente como a gente. Gente que tem nascido e às vezes morrido sem  ter  o atendimento que precisava, às vezes por falta de recursos, às vezes  por negligência,  mas às vezes por pura “ignorância”.

A Pequenos Corações nasce para somar ao que já está disponível, mas com certeza fará a diferença porque sabemos que  Deus tem grandes propósitos para ela.  A Ele toda honra e toda glória!

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Artigo


Queria postar logo abaixo um artigo de um pai – Lou Mello – também comprometido com a  causa dos cardiopatas e que como a grande maioria  de nós começou um trabalho a partir do próprio filho. Ele tem um projeto chamado Coração Valente, que funciona  sob os ” auspícios” da Fundação Paz e Amor, uma entidade cristã e beneficente de Sorocaba – SP.

O site dele tem um link aqui no nosso e você poderá saber mais sobre o assunto lá mesmo! Mas deixo o post aqui porque achei bem pertinente o que ele escreveu.

 Um abraço,

 Durcila Cordeiro

 (Mãe do Cadu e da  Bia e adm. do Blog)

Com 7 milhões de dólares, Eike Batista arregaça o projeto social da Madonna no Brasil

A verba que Madonna conseguiu aqui, com empresários brasileiros, ultrapassou os dez milhões de dólares, sendo que sete milhões de dólares foram doados por Eike Batista – o que levou a pop star às lágrimas. Eu teria feito Strep tese total, ali mesmo (se fosse a Madonna, claro) e cantando Happy Birthday to you.

Volto a insistir, no Brasil o número de cardiopatas congênitos ultrapassa a casa dos milhões. Pessoal ficou impressionado com a gripe suína e fez bem, mas o número de infectados, até aqui, foi infinitamente menor do que a quantidade de cardiopatas mirins existentes. Se lembrarmos que mais de noventa por cento deles necessita de cirurgia de alta complexidade para continuar vivendo, o problema torna-se desesperador.

Mas trata-se de um mal silencioso. A minoria consegue passar pelo tratamento cirúrgico, o outros tem longevidade curta e variável e os demais vão a óbito. Conseguem melhor perspectiva os que estão mais próximos dos grandes centros, são filhos de pais mais informados, com mais recursos e a mesma história de sempre. Quando um cardiopata congênito nasce em uma maternidade, razoavelmente, estruturada, ele é encaminhado para o atendimento necessário. A questão é, quantos nascem em condições sem estrutura nenhuma? Andei pelo pantanal matogrossense e cheguei à uma casa, a beira de um grande lago natural, onde encontrei uma família  com dezoito filhos, sendo o menor de uns dois meses e o mais velho na idade de vinte e poucos anos. Fora os que ficaram pelo caminho. “Não vingaram” , disse o pai. Talvez algum cardiopata congênito, mas nunca saberemos, pois eles nasceram e foram enterrados ali mesmo. Nem registro dos nascimentos houve.

Por aqui, as cardiopatias congênitas figuram entre as causas que mais engordam as listas de mortalidade infantil. Mas não podemos esquecer-nos dos mais velhos, que perdem suas vidas para o mesmo mal, pois se o atendimento aos neo natais portadores da doença é precário, aos adultos portadores não operados ou necessitando de continuidade de tratamento, ele quase inexiste, com raras exceções paulistanas.

Tudo isso começa com a desinformação, não apenas da população, mas inclusive dos agentes de saúde, da inexistência de políticas públicas (até o INCOR de São Paulo anda mal das pernas e o presidente da república costuma servir-se do hospital) específicas e do desinteresse do país como um todo.

Creio que se o Eike Batista tomasse conhecimento do problema ajudaria a minimizá-lo, sem dúvida, tanto quanto seus colegas. Claro que com o risco de não obter qualquer notícia na mídia. No máximo um post por aqui e olhe lá. A Madonna também poderia se interessar, afinal o coração é cabalístico, também.

(Por Lou Mello/ Coração Valente

Menino de 12 anos desmaia e morre após jogar futebol em SC


Um menino de 12 anos morreu após passar mal durante um jogo de futebol em uma escola de Joinville (SC) na quinta-feira passada. Segundo o diretor do colégio Bom Jesus, Tito Lívio Lernen, o aluno João Davi Akrouche saiu da partida para dar lugar a um colega, quando desmaiou. Uma equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) chegou a socorrer o estudante, que morreu no hospital.

Segundo Lernen, o médico do Samu que fez o atendimento na escola afirmou que o menino teve uma parada cardíaca ainda na escola e o médico que o atendeu no hospital afirmou que a parada teria sido causada por uma cardiopatia não identificada, mas ainda será feita uma autópsia para identificar a causa da morte.

Contudo, o diretor afirma que o aluno da sexta série já havia passado por uma série de exames, que não identificou nenhuma doença e o liberava para práticas esportivas. “No ano passado a criança sentiu algo parecido. (…) A família fez todos os exames e não apontou nada. Semana passada ele voltou a sentir uma dor no peito”, disse.

Ainda de acordo com Lernen, a partida de futebol fazia parte de uma olimpíada interna da escola e a mãe do menino observava a partida. As aulas no bloco onde ficam as turmas de quarta a sexta-feira tiveram as aulas suspensas nesta sexta. “Estamos empenhados hoje em atender bem a família”, disse o diretor.

Fonte: Portal Terra

Calendários e ONG Pequenos Corações na mídia


Um sucesso! Esta palavra talvez seja a melhor para definir o início de uma grande caminhada para a ONG Pequenos Corações, mas que de “ cara”  vem dando o que falar e tem sido  alvo de boa aceitação pelos órgãos de imprensa que  começaram a divulgar o lançamento de uma das ações da instituição (ainda informal) que é o Calendário das Crianças Cardiopatas – Pequenos Corações.

Não foram poucos os que já anunciaram a chegada dessa instituição voltada para as crianças que nasceram especiais e seus pais.  Hoje mesmo o tema também foi notícia no Canal CNT de Televisão de São Paulo.

O calendário e a notícia da organização da Pequenos Corações  já está “ na boca do povo e da imprensa” também! Maravilha! Além de tudo muitos amigos e blogueiros (como eu) têm ajudado a repercutir a notícia.

Além de divulgar a ONG, o calendário e o que se pretende, em algumas matérias, as mães entrevistadas contaram também um pouco das suas próprias histórias com seus filhos. Vale a pena conferir!

Vejam aqui algumas nas notícias o que saíram na imprensa:

Jornal BOM DIA Bauru (02/11/2009) –  Thiago e Marcia Adriana

Jornal da Cidade (Jundiaí) (02/11/2009) – Guilherme e Patrícia

Jornal da Cidade (Jundiaí) (02/11/2009) – Guilherme e Patrícia

Entrevista à TVE Jundiaí (ainda sem link)

Folha de Pernambuco (06/11/2009) – Janaína e Larissa

Folha de Pernambuco (06/11/2009) – Janaína e Larissa II

Jornal  Athos Bauru (07/11/2009)

Entrevista à Radio FM 96,9 Bauru (14/11/2009 – ainda sem link)

Jornal de Itupeva (14/11/2009) – Paulinho e Tula Pauser

TV CNT – dia 19/11  Parte 1 (Vídeo gravado pelo Cel.pela Priscila Costa)

TV CNT- Dia 19 Parte II (Gravado pelo Cel. por Priscila Costa)

Instituto de Ensino e Pesquisa HCor idealiza e coordena de forma inédita um dos maiores estudos multicêntricos nacionais


 O IEP – Instituto de Ensino e Pesquisa HCor – Hospital do Coração -, em São Paulo, idealiza e coordena de forma inédita e em todo território nacional, o maior estudo clínico da história na área de prevenção de nefropatia (lesão ou doença renal) induzida por contraste, em pacientes submetidos a procedimentos angiográficos (método de visualização dos vasos sanguíneos) diagnósticos e terapêuticos.

 O estudo, denominado de ACT Trial, irá avaliar a eficácia da acetilcisteína (um antioxidante) em prevenir problemas renais que podem acometer pacientes que realizam exames com contraste, como o cateterismo cardíaco. Antes da aplicação do contraste para a realização do cateterismo, são administradas uma a duas doses de acetilcisteína e, logo após o término do exame, são aplicados mais duas a três doses.

 Serão avaliados 2300 pacientes até março de 2010 (atualmente já foram analisados 1450), cadastrados em 54 hospitais, em todo o Brasil. O objetivo do ACT Trial é reduzir o risco renal em pacientes com predisposição à doença como diabéticos, maiores de 50 anos e com problemas de insuficiência renal durante o uso de contrastes.

 Segundo o Diretor do IEP HCor, Dr. Otávio Berwanger, pelo número de Instituições envolvidas, este estudo multicêntrico representa um dos maiores já realizados em território nacional, principalmente por não contar com o auxílio de Instituições estrangeiras.

 “Além do ACT, o HCor também coordena um importante projeto que envolve 42 hospitais públicos no Brasil – o BRIDGE – que tem como objetivo levar um projeto de melhoria de qualidade assistencial, por meio de incorporação de intervenções baseadas em evidências, para pacientes com problemas cardíacos nas emergências de hospitais públicos vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS)”, esclarece Dr. Berwanger.

 O cenário escolhido é o das Síndromes Coronarianas Agudas (SCA), por representarem a maior causa de mortalidade e incapacidade globalmente, com um ônus maior em Países em desenvolvimento a exemplo do Brasil.

 Atualmente, 42 Hospitais participam do BRIDGE que consta de duas fases – estudo observacional do tipo registro – que visa documentar a prática clínica das SCA em Hospitais vinculados ao SUS, bem como identificar as principais barreiras para incorporação de evidências na prática.

 O IEP-HCor tem como diferencial o desenvolvimento, execução e publicação de pesquisas clínicas inéditas nacionais e internacionais de larga escala e assume o papel de coordenador em projetos multicêntricos internacionais de grande porte mediante parceria com institutos de pesquisa de excelência em vários países. É focado em pesquisas clínicas com o objetivo de identificar os exames diagnósticos mais precisos e quais são as curas e tratamentos mais eficazes para as doenças cardiovasculares e não cardiovasculares. Futuramente o IEP-HCor será um importante aliado do Ministério da Saúde na condução dos projetos de pesquisas.

 (Fonte original: Site do Hcor)

Entrevista com os médicos José Pedro, Lílian Lopes e mães


Amanhã (19), no canal de TV CNT,às 12h30 horario de São Paulo (Verão),teremos entrevista ao vivo sobre Cardiopatia Congênita,com o Dr. José Pedro da Silva,Drª Lillian Lopes. As nossas amigas e mães de cardiopatas, Marcia Adriana e Dani Busch também estarão lá.
Diversos temas serão abordados,inclusive sobre o calendário com nossas lindas crianças e o Projeto da ONG Pequenos Corações.

Saiba mais…


O que é?

Trata-se de um processo inflamatório que inicia-se com uma dor de garganta (amidalite), que acomete as articulações, o coração e o cérebro.

Quem pode ter?

A febre reumática é uma doença que acomete principalmente crianças na idade escolar, entre 5 e 15 anos de idade.

Sintomas

O paciente apresenta febre, em torno de 38 graus, mal-estar geral, dor, edema (inchaço) e aumento da temperatura das articulações e conseqüente dificuldade para caminhar, conhecida como artrite. As grandes articulações, joelhos, cotovelos e tornozelos são as mais afetadas. Esta artrite, dura aproximadamente duas semanas e tem um caráter migratório, ou seja, quando uma articulação melhora, iniciam-se os mesmos sintomas em outra articulação.

A inflamação do coração, chamada de cardite, se apresenta com aceleração dos batimentos cardíacos, falta de ar ou cansaço para realizar os esforços habituais, tosse, dor no peito e edema dos membros inferiores. O acometimento cerebral é conhecido como coréia, a criança fica irritada, com falta de concentração e com movimentos descoordenados e involuntários.

Apresentação

A febre reumática se apresenta de forma variável, pode ser leve, acometendo as articulações ou pode ser grave, levando a insuficiência cardíaca. A forma articular e a neurológica respondem bem ao tratamento com medicação e não deixam seqüelas, porém a forma cardíaca pode levar a lesões  permanentes nas valvas do coração, com necessidade de cirurgia cardíaca para reparo ou troca valvar.

Esta doença se manifesta algumas semanas após uma infecção da orofaringe (garganta), também conhecida como amidalite.  A infecção da garganta é a infecção mais comum na criança e no adolescente.  A maioria delas é causada por vírus e 10% destas infecções são causadas por bactérias. Dentre as bactérias, a mais comumente encontrada é o Estreptococo. Quando este Estreptococo acomete pessoas com predisposição para terem a febre reumática, ocorre uma reação imunológica e a doença se desenvolve como descrita acima.

Prevenção

A melhor maneira para a febre reumática ser evitada é a prevenção!

Para evitar que esta doença ocorra é necessário que todas as vezes que a criança apresente febre, seja examinada por um pediatra ou por um clínico geral. Uma vez diagnosticada a infecção bacteriana na garganta, esta deve ser tratada com antibiótico. Neste tipo de infecção há uma preferência pelo tratamento intramuscular, por se tratar de uma dose única de penicilina, o que garante que a criança seja efetivamente tratada.

As medicações por via oral também podem ser utilizadas, mas a mãe ou responsável deve se comprometer a dar a medicação no horário correto e no tempo indicado pelo médico (pelo menos 7 dias). É muito comum que a criança não aceite a medicação, porque não gosta do sabor ou não sabe engolir comprimidos, ou mesmo porque está enjoada e com dificuldade de deglutir em razão da infecção da garganta.

 Além disto, como a febre desaparece após o segundo ou terceiro dia de tratamento a mãe relaxa com a medicação e não completa o tratamento. Porém é preciso que fique claro que para obtenção da cura da infecção e consequentemente evitar o aparecimento da febre reumática o antibiótico deve ser mantido pelo tempo prescrito pelo médico.

Tratamento

Uma vez instalada a febre reumática, a criança deve ser tratada de acordo com a apresentação clínica e posteriormente acompanhada pelo médico, com o objetivo de prevenir a recorrência da doença. Após o tratamento específico da cardite, artrite ou da coréia, os pacientes devem continuar recebendo antibiótico, de preferência por via intramuscular, a cada 21 dias, para prevenção de novos surtos de amidalite e de febre reumática. A duração do tratamento deve ser definido pelo médico.

Em resumo, o conhecimento sobre a doença, como ela se desenvolve e como é adquirida é a melhor forma de evitá-la.

(Fonte Original: SBC )