• Calendário dos Cardiopatas

  • Livro da Isa

  • Arquivos

  • Vamos votar no Hospital do Davi !

  • Categorias

  • Comentários

    angela maria em Inesquecível = Thiago Saia…
    amigosdocoracao em Aprovado “Teste do Coraç…
    Francine em Vamos ajudar Bauruenses!
    iraceli donato em Rondonópolis – MT aprova…
    amigosdocoracao em Cardiologia e Neonatologia da…
  • Agenda

    outubro 2009
    S T Q Q S S D
    « set   nov »
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031  
  • mais acessados

    • Nenhum
  • Crianças do coração!

  • Enquete

  • Meta

  • Autores

  • Coloque seu e-mail para receber novidades e notificações do Blog.

    Junte-se a 70 outros seguidores

Sopro no coração dos bebês é perigoso?

 

0,,15625452,00Se você tomou um susto quando o pediatra disse que seu filho tem sopro no coração, acalme-se. A existência do sopro não significa obrigatoriamente que a criança vá ter problema cardíaco no futuro. Na maioria dos casos, os pequenos têm vida normal e não sentem nada. “O sopro cardíaco é o ruído entre as batidas do coração, quando há turbilhonamento do sangue.

Em alguns casos, pode desaparecer com o crescimento (sopro inocente), em outros, permanece. Nos casos mais sérios é preciso fazer uma cirurgia precoce. Se um problema grave é diagnosticado ainda na gestação, realizamos a cirurgia logo após o parto”, explica Maria Lúcia Passarelli, diretora de pediatria da Santa Casa de São Paulo e integrante do departamento de Cardiologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Cardiologia. É fácil descobrir o sopro, por uma simples checagem da pressão arterial e ausculta com o estetoscópio, quando se verifica a contração dos ventrículos. Outros exames também podem ser feitos, como eletrocardiograma, ecocardiograma e raio X do tórax. “Todo problema cardíaco tem que obrigatoriamente ser investigado”, lembra Maria Lúcia. A cada 1.000 bebês nascidos vivos, oito têm algum tipo de problema cardíaco congênito. Quando se trata dos que possuem algum tipo de síndrome, como a de Down, a incidência pode subir para 50%. Em todo caso, é necessário o acompanhamento do cardiologista infantil.

(Fonte original:Revista Crescer)

Anúncios
%d blogueiros gostam disto: