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Faltam hospitais para operar crianças com problemas no coração

Hoje (08), pela manhã,  mais uma matéria sobre saúde no Bom Dia Brasil  (Globo)nos deixa preocupada. Embora sabendo  que  ela (saúde) sempre foi um ” gargalo” para quem depende principalmente do Sistema Único de Saúde para ter o mínimo necessário para viver.

Quando um telejornal  fala da gravidade dos que esperam na fila por tratamentos e cirurgias do coração, assusta! E quando os que esperam são apenas crianças ( como costumamos pensar… Que não viveram nada ainda!)… Assusta ainda mais!

Eles disseram que  cerca de  três mil crianças cardiopatas esperam na fila para receberem tratamento ou cirurgias. E que os centros existentes e  capacitados para fazerem o procedimento não dão conta.  Atrás da ” cortina”, como mãe de cardiopata, que visita os serviços do SUS e ainda tem contato e trabalho direto com outras mães  de crianças com cardiopatia, muitas delas que dependem só do Governo…. Creio que esse número possa ainda ser maior.

Creio que  há números que não chegam a ser contados. Muitas  crianças podem estar morrendo antes mesmo do diagnóstico. Eu mesma, não tive um diagnóstico antes do meu filho nascer, mas apenas  sete dias após ao nascimento.

Então,  creio que a primeira providência é orar. Orar para que Deus possa abrir os olhos dos homens que estão responsáveis pelo Sistema!

E a outra:  Unir  forças para que as coisa seja mudadas. Nós mães de cardiopatas, pessoas que já sofreram ou sofrem com a doença de  um filho,   fazemos um trabalho de ” formiguinha” e nos ajudamos! Mas queremos fazer mais! Você que simpatiza com as  causas sociais como as nossas, venha  unir-se a nós!

Durcila Cordeiro

Adm. Blog

Leia Abaixo a matéria do Bom Dia Brasil.

Há três mil crianças aguardando na fila

para fazer uma cirurgia no coração.

Ângela Maria Pereira só descobriu que Eloá tinha problemas no coração, quando a filha completou sete meses.

“As mãos, os pés e o rosto dela começaram a inchar. Ela nem abria o olho”, conta a mãe de Eloá, Ângela Maria Pereira.

Daiane Moreira Alves percebeu outro sintoma na pequena Vitória. “Ela respirava com cansaço o tempo todo, parecia que vivia com falta de ar”, lembra a mãe de Vitória, Daiane Moreira Alves.

As crianças com síndrome de Down são as mais atingidas pela má formação do coração. Uma em cada três precisa ser operada. Das três milhões de crianças que nascem em média por ano no Brasil, 18 mil apresentam algum problema no coração. Metade desse total precisa de cirurgia.

Mas os 20 centros médicos brasileiros que atuam nessa área não têm como atender toda a demanda pelo Sistema Único de Saúde. Por isso, três mil crianças entram para a lista de espera todo ano. Muitas crianças morrem de complicações antes de conseguir uma vaga para operação em hospitais do país.

“Não deveriam esperar tanto, principalmente aquelas que têm doenças que fazem com que muito sangue vá para o pulmão ou doenças que fazem com que fiquem roxas. Isso traz complicações graves e compromete o futuro da criança”, aponta o coordenador de cirurgia cardíaca pediátrica Ulisses Alexandre Croti.

Faltam vagas e mais centros capacitados, mas o serviço prestado pelos cirurgiões brasileiros é reconhecido internacionalmente. Maria Eduarda, que é do Espírito Santo, esperou três anos pela cirurgia. A mãe, que teve que trazer a filha para o interior de São Paulo para ser operada, comemora o resultado.

“Agora, é só saúde. Espero que ela continue sendo essa menina abençoada, volte para a escola e que tudo corra bem na vida dela”, pede a mãe de Maria Eduarda, Maria Sílva Souza.

O Hospital de Base de São José do Rio Preto é referência no tratamento de doenças cardíacas em crianças. Entre os principais sintomas, no caso de recém-nascidos, está a dificuldade para mamar. Eles não conseguem sugar o leite por muito tempo e param. Os mais velhos mostram cansaço.

Veja o vídeo da matéria no site da Globo clicando aqui

(Fonte Original: http://g1.globo.com/bomdiabrasil)

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