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França anuncia desenvolvimento de coração artificial


Cientistas franceses anunciaram o desenvolvimento do primeiro coração artificial com chances reais de substituir o coração humano. O protótipo reproduz contrações cardíacas e tem dois ventrículos.

O coração, que foi desenvolvido a partir da tecnologia de sensores eletrônicos usados em mísseis, é coberto por uma pele artificial capaz de proteger o organismo de uma rejeição. O projeto poderá beneficiar pessoas que estão na fila para este tipo de transplante.

No início desta semana, uma equipe de médicos cirurgiões do Hospital Universitário de Rennes, em Paris, concluiu a primeira das três fases de testes para a certificação do coração artificial, chamado SynCardia CardioWest.

“Para nós é imprescindível ter esta tecnologia salva-vidas para salvar nossos pacientes mais doentes. Aguardamos a Fase 3 do treinamento de certificação para iniciar os transplantes”, afirmou Dr. Erwan Flecher, um dos cirurgiões responsáveis pelos primeiros testes com o aparelho.

Originalmente criado para ser um substituto permanente do coração, o coração artificial total é aprovado atualmente como uma ponte para o transplante de coração humano para os pacientes em estágio final de falência biventricular. O coração artificial total é o único dispositivo que fornece imediatamente o fluxo de sangue seguro, de até 9,5 litros por minuto.

Até hoje, houve mais de 800 implantes do coração artificial, respondendo por um total de 170 anos de vida a mais para os paciente que receberam o aparelho.

As informações são da agência Reuters.

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Calendário 2011 já está à venda


  

Calendários Pequenos Corações 2011

“Quem traz na pele essa marca possui a estranha mania de ter fé na vida” Milton Nascimento

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Calendário 2010 com foto de crianças cardiopatas será lançado em

dezembro no Tênis Clube Paulista

Renda será para criação de ONG voltada para o apoio às famílias cujos filhos nasceram com cardiopatias

Durcila Cordeiro

durcila_Page_0Você já ouviu falar na Força do Amor? Você sabe o que é amor?  O mundo fala em diversos tipos de amor, mas o amor de uma mãe por um filho, não tem comparação. É incondicional, sem limites.

Mas o amor é o que ele faz! É isso. Ação. E quando centenas de mães se juntam com um propósito… Amando seus filhos e os filhos de outras mães por afinidade, por solidariedade, por histórias semelhantes, enfim traduzindo o que Deus quer que tenhamos por nosso próximo, o que é que isso vira? Nossa! Um turbilhão de emoção, determinação, garra e vontade de fazer o bem! Uma corrente incondicionalmente forte! Sem barreiras!

Foi isso que aconteceu! Mães do Orkut, da blogosfera, do Brasil, do exterior, juntaram-se para ajudar umas as outras e pelo bem dos seus filhos e de outras mães. Elas lançam no dia 13 de dezembro, no Tênis Clube Paulista, no 8o. Encontro de Crianças Cardiopatas e Operadas do Coração – promovido pelo Clube de Mães do Ecokid (www.ecokid.com.br) –, a primeira edição do calendário de mesa “Pequenos Corações”.  O evento costuma reunir um público grande e este ano está previsto a presença de 800 pessoas, entre mães, familiares e profissionais de saúde. 

O propósito é ainda maior: Constituir a Organização Não Governamental (ONG) Pequenos Corações. A Pequenos Corações já existe em forma de site há pouco mais de dois anos, mas o trabalho de apoio às mães começou bem antes no Orkut, uma ajudando a outra com informações, consolo, encaminhamentos e até mesmo  ações para ajuda financeira.

São mais de 1000 mães espalhadas em comunidades como Cardiopatia Congênita, Pequenos Corações, Cardiopatia Hipoplasia de V.E, Amigos do Coração e outras afins, formando uma corrente do bem!

“A renda será totalmente revertida para a criação oficial da “ONG Pequenos Corações”, o que com certeza nos possibilitará ampliar consideravelmente a ajuda que oferecemos hoje e também para formar um fundo de reserva para atender as necessidades mais urgentes de casos que chegam ao nosso conhecimento”, reforça Márcia Adriana Saia Rebordões, uma das mães a frente do projeto e idealizadora do site Pequenos Corações.

Os Calendários

Serão dois calendário de mesa, tamanho 10,5×21 cm em cores, com aspiral. E 72 crianças participantes, com seis crianças em cada mês. Serão vendidos a R$ 7,00.

A primeira edição do calendário está saindo da gráfica no início do mês de novembro e a segunda deverá ficar pronta em seguida.. Na segunda, também 72 crianças irão aparecer e que não puderam estar na primeira.

A tiragem inicial será de 1500 exemplares cada edição, com possibilidade de reimpressão. O público-alvo são as próprias mães, amigos, familiares das crianças envolvidas (seja das presentes no calendário como das demais crianças com cardiopatia congênita), profissionais da saúde e outros que queiram colaborar.

O projeto “Calendário Pequenos Corações 2010” será um meio de divulgar a causa e a necessidade de ações governamentais em torno da patologia. “O calendário também tem como objetivo celebrar a nossa união e as vitórias alcançadas até hoje”, afirmam.

Qualquer pessoa poderá adquirir o calendário. Uma ótima opção de lembrança de final de ano, principalmente para empresas que costumam dar aos seus clientes brindes. Neste caso, não estarão apenas dando um presente, mas também demonstrando a sua “responsabilidade social”. Encomendas já começaram a ser feitas e podem ser antecipadas.

Para adquirir basta entrar em contato pelos emails abaixo relacionados. Pessoas entrarão em contato explicando como devem ser as formas de pagamento e para o recebimento direto em sua casa. Os que preferirem podem fazer e retirar os seus pedidos no dia do lançamento no Tênis Clube Paulista.

Como começou

Esse grupo de mães de crianças cardiopatas que, perceberam as diversas necessidades que envolvem o tratamento das cardiopatias congênitas e decidiram unir-se a fim de ajudar-se e apoiar-se mutuamente, criando condições para o tratamento de crianças que saem da sua cidade/estado para os grandes centros do País, além de informar a respeito da cardiopatia e seus tratamentos, bem como dar suporte às mães e gestantes com diagnóstico precoce, assim como às mães enlutadas.

O site Pequenos Corações (www.pequenoscoracoes.com) foi criado com esse propósito e lá disponibilizam as histórias dos filhos, como fonte de esperança, força e consolo aos pais que estão chegando. Através dessas histórias, muitas outras crianças tiveram a possibilidade de corrigir os defeitos cardíacos e ter uma vida normal.

Seguindo a mesma linha e aproveitando das novas ferramentas da internet, passaram encontrar-se também através de comunidades como a “Cardiopatia Congênita”, “Amigos do Coração”, do Orkut e mais recentemente o blog de mesmo nome (www.amigosdocoracao.wordpress.com).  Lá firmaram laços de ajuda e acolhimento recíprocos.

O que é cardiopatia congênita?

Cardiopatia congênita é a doença na qual há anormalidade da estrutura ou função do coração, que está presente no nascimento, mesmo que descoberta muito mais tarde. Ocorre em oito crianças em cada mil nascidos vivos e pode apresentar-se em variadas formas.

A ONG

A ONG Pequenos Corações nascerá com a consciência de que toda a vida pede amor, atenção, cuidado. Uma consciência que se manifesta através do empenho na defesa da vida e na tentativa, sempre hábil, de viver a solidariedade que surge do amor por Cristo.

Procuramos com todos os que quiserem fazer este caminho conosco, encontrar o sentido da vida, partilhando-a com os mais frágeis e procurando responder às suas necessidades.

Nosso objetivo é procurar responder com eficácia, segurança e afetividade a cada situação que se deparam as crianças cardiopatas e seus pais.

Queremos poder falar sobre o assunto, discutir e levar a informaçao para todos os cantos do Brasil, onde muitas vezes por falta de diagnóstico e informações, muitas crianças perdem o direito à saúde e à vida.

“Às famílias das crianças, procuraremos proporcionar todo o apoio. E para esta missão convocamos você a estar junto conosco nesta missão e que olhem numa mesma direção, pois “ganha a sua vida, que estiver disposto a oferecê-la”, afirmam as mães e  idealizadoras do projeto.

 A participação no Encontro das Crianças Cardiopatas

Você que é pai, mãe, profissional de saúde ou  amigo de crianças cardiopatas e deseja participar do encontro? Então faça sua inscrição ANTECIPADAMENTE por meio dos emails:  tulapauser@yahoo.com.br ou gisleine.nunes@ig.com.br até  o prazo máximo do dia 06/12/09. É importante a inscrição antes para que os organizadores do evento possam prepará-lo da melhor maneira possível para  todos.

SERVIÇO:

Contato para pedido do calendário:

Email:faby_bilro@hotmail.com

Email: larasmpit@yahoo.it

Email:dri_rebordoes@hotmail.com

Comunidade Cardiopatia Congênita no Orkut

 

 

HCTV e boletins sobre saúde!


Pessoal:
Passando pela Comunidade do Hcor, no Orkut, me deparei com um tópico onde autora queria saber sobre transplantes de orgãos. E lá postaram informações sobre o assunto e o mais interessante foi saber ali que o Hospital das Clínicas lançou a HCTV, onde todos dias há um boletim sobre saúde e suas diversas especialidades, inclusive, cardiologia.
Vale a pena conferir:
HCTV clique aqui

Amigos do coração apóia!


Para você que mora em Cuiabá não custa nada doar!

CAMPANHA DOE

Isabelle, princesa guerreira


ISABELLE PRINCESA GUERREIRA
Mãe conta em livro toda a luta travada por sua filha durante sete meses numa UTI.Isa queria viver, lutou bravamente… Mas o breve tempo que passou entre nós, deixou uma história amor que vai durar pra sempre! A renda da venda dos livros são revestidas para ajudar à outras famílias que passam pela mesma situação

Pessoa alguma que não passou pela dor de doença grave na família não pode mensurar o quanto é difícil. Pode tentar imaginar… Mas é ainda mais dolorido perder a pessoa que amamos…

E se  esse ser amado é um filho? Um filho desejado, amado e esperado mais que tudo neste mundo? E quando a possibilidade de perder vem antes mesmo dele nascer? Quando sabemos pelos médicos, que aquele pré-natal não vai tão bem assim e que o bebê nascerá vítima de uma cardiopatia que à luz dos seres humanos é: “incompatível com a vida?”

Qual mãe aceita esse diagnóstico assim… De primeira? É no mínimo inacreditável no primeiro momento.  A família entra em choque e a primeira sensação é de injustiça! Por que eu? Por que meu filho?

Eu mesma me fiz essa pergunta quando soube uma semana depois do nascimento do Cadu que ele era cardiopata. Mas depois o que se quer é lutar! Correr atrás da saída, da saúde, de manter viva essa benção nos dada por Deus: nosso filho, nossa filha! Posso dizer hoje que Deus Tem propósitos e Seus pensamentos são mais altos que os nossos.

Há muitas mães neste exato momento passando por um momento assim. Muitas famílias sofrendo por um futuro incerto. Mas queria dizer que não desistam.  E que vejam mais um exemplo de mãe- coragem: Alessandra Lopes Oliveira, a mãe da Isabelle, a Isa… Princesa Guerreira.  

Isabelle nasceu com a Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE), uma das mais graves cardiopatias congênitas já conhecidas até hoje.

Alessandra Lopes Oliveira mesmo em meio o seu sofrimento, a dor de perder o seu tesouro precioso, não pensou duas vezes quando decidiu contar em livro todo o percurso da luta pela vida da sua menina. Não era só contar uma história comovente, mas era também fazer do livro um “propósito” para ajudar outras crianças, outros pais, outras famílias. Com consolo, com força e até financeiramente, pois as vendas tem sido revertidas para instituições que cuidam e trabalham com crianças em situação de UTI e mais recentemente irá ajudar – com a renda das vendas do mesmo – para constituição da ONG Pequenos Corações – que será voltada para crianças cardiopatas.

“Foram meses incansáveis de luta. Minha Isa me mostrou o que é querer viver. Minha Isa me ensinou o verdadeiro significado da palavra amor. Amor de mãe,amor eterno,amor verdadeiro”.

Temos a certeza que todo percurso da Alessandra foi marcado pela dor, mas também de muito amor… Um amor construído. A situação inesperada a fez ver o mundo e as pessoas pelas “ lentes da Isa”, as lentes de um amor incondicional. E a fez ser uma outra Alessandra. E com isso toda a família e amigos devem ter aprendido também. Poderia estar aí o propósito de Deus? Eu não posso responder. Mas ela talvez possa… Quem sabe descubramos no livro…

O livro da Alessandra é um esforço pessoal para ver a história da filha contada, mas também de ajudar a outras pessoas. Hoje conta com o apoio e patrocínio  especial da empresa Soniclear Tecnologia em Saúde, mas seria muito bem-vindo apoio de outras pessoas que quisessem patrocinar e apoiar.

Ele tem sido vendido diretamente ao interessado, mas poderia ir para as livrarias. No entanto, para isso Alessandra precisa do registro no ISBN — International Standard Book Number – É um sistema internacional padronizado que identifica autor numericamente os livros segundo o título, o país, uma editora, individualizando-os inclusive por edição.O sistema é controlado pela Agência Internacional do ISBN, que orienta, coordena e delega poderes às Agências Nacionais designadas em cada país. A Agência Brasileira, com uma Função de Atribuir o número de identificação aos livros editados no País, é, desde 1978, a Fundação Biblioteca Nacional, um representante oficial no Brasil.

Para que o livro da Isa possa vender mais, ter uma tiragem maior e ir para as livrarias,  a autora precisa  de mais patrocínios. Se você é empresário ou mesmo tem condições de contribuir com o objetivo da Alessandra – a causa das crianças -, você deve entrar em contato direto com ela. Vale a pena!

 

Serviço:

Nome do Livro: Isabelle Princesa Guerreira

Autora: Alessandra Lopes Oliveira

Contatos para compra: alelopes2005@yahoo.com.br

Ou aleemichael@hotmail.com

Sopro no coração dos bebês é perigoso?


 

0,,15625452,00Se você tomou um susto quando o pediatra disse que seu filho tem sopro no coração, acalme-se. A existência do sopro não significa obrigatoriamente que a criança vá ter problema cardíaco no futuro. Na maioria dos casos, os pequenos têm vida normal e não sentem nada. “O sopro cardíaco é o ruído entre as batidas do coração, quando há turbilhonamento do sangue.

Em alguns casos, pode desaparecer com o crescimento (sopro inocente), em outros, permanece. Nos casos mais sérios é preciso fazer uma cirurgia precoce. Se um problema grave é diagnosticado ainda na gestação, realizamos a cirurgia logo após o parto”, explica Maria Lúcia Passarelli, diretora de pediatria da Santa Casa de São Paulo e integrante do departamento de Cardiologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Cardiologia. É fácil descobrir o sopro, por uma simples checagem da pressão arterial e ausculta com o estetoscópio, quando se verifica a contração dos ventrículos. Outros exames também podem ser feitos, como eletrocardiograma, ecocardiograma e raio X do tórax. “Todo problema cardíaco tem que obrigatoriamente ser investigado”, lembra Maria Lúcia. A cada 1.000 bebês nascidos vivos, oito têm algum tipo de problema cardíaco congênito. Quando se trata dos que possuem algum tipo de síndrome, como a de Down, a incidência pode subir para 50%. Em todo caso, é necessário o acompanhamento do cardiologista infantil.

(Fonte original:Revista Crescer)

Bebê cansado para mamar: atenção com doenças cardíacas


0,,15908195,00

Esse sintoma pode ser sinal de problema no coração

Seu filho larga várias vezes o peito ou a mamadeira, respira com dificuldade, parece cansado? Fique atenta e converse com o pediatra, pois esse pode ser um indício de problema cardíaco provocado por defeitos no coração, que surgiram enquanto ele ainda estava se desenvolvendo na sua barriga. As chamadas cardiopatias congênitas atingem oito bebês em cada mil e a maioria delas não representa ameaça. No entanto, em 20% a 30% dos casos, a criança precisa de cirurgias para sobreviver, sendo a primeira, às vezes, logo após o nascimento.
As malformações cardíacas são mais comuns em gestações tardias, mães ou pais com doenças do coração, na presença de diabete, lúpus, infecções virais, como rubéola, e uso crônico de certos medicamentos. Costumam ser detectadas ainda na gravidez, no ultra-som, quando os médicos percebem se a forma e os sons cardíacos do feto estão normais. “Qualquer suspeita nessa hora deve ser investigada com um eco cardiograma fetal”, orienta a cardiologista pediá­trica Cé­lia Maria Camelo Silva, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo ela, quanto mais precoce o diagnóstico, melhor. “Pode-se estabelecer com antecedência a conduta a ser tomada depois de o bebê nascer, ou, em certos casos, medicar a criança ainda no útero pelo cordão umbilical.”
Como funciona
O coração distribui o sangue para os sistemas do corpo numa viagem de mão dupla: o sangue percorre todo o organismo, volta com impurezas para o lado direito do coração, é bombeado em direção aos pulmões para ser purificado, passa para o lado esquerdo do coração e, daí, para a aorta, maior arté­ria do corpo. Ela transporta o sangue oxigenado em novo percurso. As anomalias cardíacas alteram essa trajetória. Deixam, por exemplo, que o sangue impuro se misture ao oxigenado ou causam aumento ou diminuição do fluxo sanguí­neo aos pulmões. Dependendo do defeito, as cardiopatias serão, então, cianóticas ou acianóticas, pela característica de haver ou não mistura do sangue e baixa oxigenação no organismo. “A criança cianótica apresenta coloração azulada nas pontas dos dedos e lábios”, esclarece o cardiologista Valdir Moisés, professor da Unifesp. Outros sintomas, conforme o problema, são cansaço, suor intenso, principalmente na cabeça, dificuldade para ganhar peso, inchaços, irritabilidade, palidez, respiração acelerada com ou sem esforço e facilidade de pegar infecções pulmonares.
Vida Normal
A criança com cardiopatia congênita pode brincar e freqüentar a escola normalmente. Se tem limitações físicas, os pais devem estimular as atividades em que ela tem habilidades e prazer. O importante é contar a ela sobre a doença desde cedo, ressaltando a importância do tratamento para melhorar, e evitar dependência exagerada na relação, procurando manter educação igual à dos outros filhos. As internações, quando a criança precisa de cirurgia, costumam ser sofridas para a família, mas três atitudes básicas amenizam a experiência:
– Tornar mais familiar o ambiente hospitalar, levando para lá os objetos prediletos do filho.
– Estar sempre ao lado da criança, inclusive na UTI. Os hospitais permitem e só pedem para os pais se retirarem quando há uma internação ou ocorrência grave.
– Entender o problema, perguntando tudo ao médico. Bem informados, os pais se sentem mais seguros e transmitem mais tranqüilidade ao filho.

(Fonte original: Revista Crescer)